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sábado, 27 de fevereiro de 2010

OLIGARQUIA ENCOBERTA

Isto está a precisar de outra ditadura para correr com os corruptos todos que se instalaram no governo. Depois do 25 de Abril de 1974 foi vê-los a todos regressar.

Outra revolução, assim ninguém mais indireita isto!

Temos os salários congelados há anos mas para a Caixa Geral de Depósitos e TAP não, pois já lhes tinham anunciado aumento. A Caixa com os lucros criados à custa dos sacrifícios dos que têm de pagar as hipotecas das casas senão vão dormir na rua e a TAP a dar aumentos a administradores intermináveis à custa dos impostos que nós pagamos.

Não necessitamos de ditaduras oligárquicas encobertas ou é ou não é!


Sousa Simão

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A IGREJA CATÓLICA E OS SINOS

Embora tenha sido educado na tradição cristã, cada vez mais me sinto distanciado em relação à religião. Particularmente em relação à católica e aos seus dirigentes sedosos de poder.

O poder que os dirigentes religiosos detêm foi adquirido pelo medo incutido ao indivíduo ao longo dos séculos, referi-me particularmente à igreja católica, o que não quer dizer que não se aplique também a muitas outras. Desde o cidadão comum atém aos monarcas, todos sentiram o medo e o terror incutido pela igreja que com os séculos, através de lavagens cerebrais aos atormentados indivíduos, criou uma imagen de deus que pudesse servir os seus objectivos. Um deus poderoso e castigador, que pune com o inferno depois da morte e com pragas e desastres naturais nesta vida, aqueles que não servem os objectivos dos poderosos da igreja, associando as coisas más ou os infortúnios da vida a castigos de deus. É assim que se cria um poder à semelhança do poder dos ditadores. Este poder foi bem visível com as inquisições. A igreja está putrefacta, não só pelos seus pastores mas também pelos seus rebanhos. Para mim, neste momento e porque nem sempre assim foi, a religião é sinónimo de conflitos, problemas e guerras.

A igreja cada vez mais sente a perca de poder, porque para ter poder é necessário ter pessoas para controlar, onde possam exercer o poder. No entanto cada vez há mais galileus e as pessoas vão adquirindo uma macro visão. São os ventos do conhecimento a vingarem-se por séculos de obscuridade, servindo o poderio de uma igreja podre na sua cúpula. Leis religiosas que só se aplicam ao rebanho, incestos papais, assassinatos, infanticídios, genocídios, tudo é válido na corte.

Recentemente em Lisboa, depois de mais uns anos de revés ao poderio da igreja portuguesa, os sinos começaram a soar nas torres, depois de muitos anos de silêncio bem apreciado. É uma forma de controlo e de exercer a lavagem cerebral de meia em meia hora, quando não é menos. Intimidar o cidadão, lembrando-nos do que nos incutiram na cabeça desde pequenos. Quando era criança diziam-nos - "Olha que vais para o inferno!" - Não pensem os dirigentes das nações que estão livres disto. Há muitas formas de terrorismo psicológico. Até o título "A Luz das Nações" dado a um programa televisivo religioso, tem a sua conotação de controlo psicológico para os governantes. Como já não podem fazer terrorismo abertamente, matando e obrigando o indivíduo a submeter-se, fazem agora o subtil terrorismo psicológico. Para além de tudo isto, os sinos são uma fonte de ruído a juntar a todo o tipo de poluição já existente. Para saber as horas tenho relógio no pulso, no telemóvel, carro, autocarro, casa, escritório, frigorífico, micro-ondas, fogão, televisão, rádio, vídeo... enfim, em todo o lado. Lisboa não necessitava disto, estávamos sossegados, vão atormentar os beatos e beatas nas aldeias, porque aqui parecem ser poucos os que ainda vão nas vossas cantigas.

Fonseca Antunes

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

HORAS PERDIDAS NO TRÂNSITO DE ODIVELAS


Pela manhã o caos é aqui. Na rotunda do Senhor Roubado à saída de Odivelas. As cabeças que planearam isto com certeza que não têm de passar por lá logo de manhã cedo. Imaginem lá que para passarem esta rotunda no centro da imagem, vindos do lado do Olival Basto e da Póvoa de Santo Adrião, chegam a estar meia hora por baixo do viaduto da auto-estrada A8, mesmo antes do teatro Malaposta. No final da A8 também não é melhor, chegam a estar uns quilómetros de trânsito em determinados dias. Tudo isto afunila na Calçada de Carriche. Para eliminar as filas de trânsito antes da rotunda tenho umas sugestões, para o problema da A8 outras cabeças que pensem.

Elimine-se a paragem de autocarros junto ao teatro Malaposta. Os autocarros fazem filas para se dirigirem à paragem, bloqueando desta forma todo o trânsito que vem do Olival Basto. Não só os autocarros que vêm também de lá e que já um pouco antes, no Olival Basto, têm uma paragem e outra depois da rotunda do Senhor Roubado, mas também os da Carris que ao circularem na rotunda vão bloquear o acesso à mesma. Existem locais melhores para colocar paragens de autocarros que numa rotunda.

Elimine-se o acesso à A8 pela rotunda, este tipo de acessos deveria estar noutro local. Também os automóveis que pretendem aceder à A8 por aqui, mais uma vez também vão bloquear o acesso à rotunda do trânsito vindo do Olival Basto.

Crie-se uma passagem superior à saída da rotunda para a Calçada de Carriche e elimine-se a passadeira para peões, que constantemente faz parar o trânsito.

Ao final da tarde o caos é aqui. No acesso ao viaduto e no viaduto por cima da A8 para a Póvoa de Santo Adrião. O trânsito chega à Calçada de Carriche. Mais uma vez deixo algumas sugestões para as cabeças pensadoras que não têm de lá passar todos os dias.

Coloquem-se sinais de proibição de voltar à esquerda, nas próximas duas transversais, depois da rotunda em direcção à Póvoa de Santo Adrião, ou seja nas ruas antes e depois do Feira Nova. Porque quem tem de se dirigir para aí, só tem de atravessar o viaduto e seguir em frente na rotunda, em direcção ao LIDL, em vez de virar à direita para a Póvoa. Mais à frente vira à direita e vai dar onde pretende, às traseiras do Feira Nova. Continuando vai dar ao cemitério e virando à direita novamente, à segunda rua que se proibiu de voltar à esquerda. Tudo isto porque os carros ficam parados a aguardar que os outros que circulem no outro sentido lhes permitam a passagem, provocando desta forma filas de trânsito atás deles, que se prolongam para o viaduto e acessos ao mesmo.

Inês Madeira