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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

HORAS PERDIDAS NO TRÂNSITO DE ODIVELAS


Pela manhã o caos é aqui. Na rotunda do Senhor Roubado à saída de Odivelas. As cabeças que planearam isto com certeza que não têm de passar por lá logo de manhã cedo. Imaginem lá que para passarem esta rotunda no centro da imagem, vindos do lado do Olival Basto e da Póvoa de Santo Adrião, chegam a estar meia hora por baixo do viaduto da auto-estrada A8, mesmo antes do teatro Malaposta. No final da A8 também não é melhor, chegam a estar uns quilómetros de trânsito em determinados dias. Tudo isto afunila na Calçada de Carriche. Para eliminar as filas de trânsito antes da rotunda tenho umas sugestões, para o problema da A8 outras cabeças que pensem.

Elimine-se a paragem de autocarros junto ao teatro Malaposta. Os autocarros fazem filas para se dirigirem à paragem, bloqueando desta forma todo o trânsito que vem do Olival Basto. Não só os autocarros que vêm também de lá e que já um pouco antes, no Olival Basto, têm uma paragem e outra depois da rotunda do Senhor Roubado, mas também os da Carris que ao circularem na rotunda vão bloquear o acesso à mesma. Existem locais melhores para colocar paragens de autocarros que numa rotunda.

Elimine-se o acesso à A8 pela rotunda, este tipo de acessos deveria estar noutro local. Também os automóveis que pretendem aceder à A8 por aqui, mais uma vez também vão bloquear o acesso à rotunda do trânsito vindo do Olival Basto.

Crie-se uma passagem superior à saída da rotunda para a Calçada de Carriche e elimine-se a passadeira para peões, que constantemente faz parar o trânsito.

Ao final da tarde o caos é aqui. No acesso ao viaduto e no viaduto por cima da A8 para a Póvoa de Santo Adrião. O trânsito chega à Calçada de Carriche. Mais uma vez deixo algumas sugestões para as cabeças pensadoras que não têm de lá passar todos os dias.

Coloquem-se sinais de proibição de voltar à esquerda, nas próximas duas transversais, depois da rotunda em direcção à Póvoa de Santo Adrião, ou seja nas ruas antes e depois do Feira Nova. Porque quem tem de se dirigir para aí, só tem de atravessar o viaduto e seguir em frente na rotunda, em direcção ao LIDL, em vez de virar à direita para a Póvoa. Mais à frente vira à direita e vai dar onde pretende, às traseiras do Feira Nova. Continuando vai dar ao cemitério e virando à direita novamente, à segunda rua que se proibiu de voltar à esquerda. Tudo isto porque os carros ficam parados a aguardar que os outros que circulem no outro sentido lhes permitam a passagem, provocando desta forma filas de trânsito atás deles, que se prolongam para o viaduto e acessos ao mesmo.

Inês Madeira